terça-feira, 20 de outubro de 2009

Audax Poa - Uma prova difícil

Em condições normais a prova de Porto Alegre é uma das mais fáceis (entenda-se rápidas) do RS, pois tem um percurso plano em grande parte de sua extensão.

Mas pelos relatos de alguns ciclistas que participaram desse evento no último domingo o vento contra na metade final da prova atrapalhou bastante a vida de quem estava voltando a Porto Alegre.

A tabela abaixo, com os tempos médios de todas as provas de 200 km já realizadas no RS, deixa claro que a prova foi realmente muito difícil. O tempo médio da prova de domingo foi simplesmente o pior de todos os já registrados até hoje!

Além do vento, "pica-paus" como o Bagatini, o Lazary, o Rubens e o Helton "campeões" em fecharem as provas acabaram puxando o tempo médio dessa prova mais para baixo ainda. :-)

2 comentários:

21 de out de 2009 09:17:00
magliarosa disse...

Diria assim: estava de nível médio, nem tão difícil como dizem.

O que eu percebi para que a prova fosse lenta: muita gente estava fazendo o primeiro Audax ou a primeira pedalada realmente longa na sua vida.

Some-se a isso bicicletas, como direi, inadequadas para o tipo de terreno: pesadonas, pneus largos (vi um ciclista usando pneu 2.5 slick, que eu nem sabia que existia).

Alguns exageros típicos de quem está pouco acostumado a pedalar essas distâncias: alforges carregadíssimos, mochilonas pesadas, etc.

Mas faz parte. Quem continuar praticando a modalidade acaba aprendendo que numa distância "curta" como essa basta levar uma caramanhola, umas duas câmaras de ar, bomba e uns trocados.

Abraço.

21 de out de 2009 23:44:00
Kieling disse...

Opa! Pois é, tem muita gente que participa de um evento desse porte que não toma o cuidade de entrar no Google e digitar sa palavras "Audax", "dicas para iniciantes", "equipamentos",.. Se fizesse isso quem sabe evitaria muito esforço desnecessário.

Em 2004 não adiantava fazer nada disso, pois a modalidade engatinhava aqui no RS. Em Caxias, naquele 300, vi gente com meia-dúzia de ovos cozidos num vidro, vi gente (eu) de camiseta de algodão e moleton, vi faróis que em menos de 20 minutos já tinham "torrado" suas pilhas e por aí vai.

Aprendemos bastante nesses anos, mas ainda estamos a anos luz da experiência dos ciclistas europeus de longa distância.

Abraços
Kieling

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