quinta-feira, 17 de setembro de 2009

A ACP e Brasil - Parte II

Em 2005 a coisa complicou de vez.

Do lado de lá uma má-vontade com as coisas do RS, arriscaria dizer que tinha, acreditem, ciúmes pela magnitude dos eventos realizados aqui. :-( Na época existia um pensamento, felizmente de poucos, que achavam que para pedalar Audax tinha que ser ciclista de alto-rendimento, com bicicletas de última geração.

Do lado de cá não tinha nenhum santo. A má-vontade de lá era retribuída por aqui de maneira infantil, onde o expressivo número de ciclistas que participavam dos nossos eventos aparentemente nos dava o direito de nos considerar a última bolacha do pacote.

O que causou a ruptura definitiva entre o RS e o Clube Audax Brasil foram os incríveis R$ 9,00 que eles queriam cobrar para cada homologação!! Como tivemos mais de 500 brevetados em 2005 a conta ia ficar muito salgada e o Lucca simplesmente não homologou as provas. Não me cabe julgar se a atitude dele foi correta ou não, mas o custo que o ACP cobra para homologar um ciclista é de 0,45 euros, ou seja, cerca de 1 real. Segundo as informações que nos chegavam a diferença seria para bancar a estrutura do clube e todas as despesas decorrentes do fato de, naquela época, o CAB ser um clube constituído legalmente com presidente, vice, contador,....

O resultado de tudo isso é que as provas do RS de 2005 não foram homologadas e o Brasil após o ano de 2004, onde começou a aparecer nas estatísticas do ACP despencou na classificação geral.

Notícia de última hora: O Faccin gostou dessa série de posts e vai dar a versão dele desses mesmos fatos, por isso dentro em breve "muito sangue" vai rolar por aí. O gringo que mora em terra de alemães mistura em sua personalidade a fúria italiana com a teimosia alemã. :-)

Acho que esses posts vão dar muito o que falar. Dêem uma passada no blog que ele mantém para se manterem atualizados, por enquanto está sendo mostrado lá o que tem que ser feito para ser um Super Randounner.

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