sábado, 19 de setembro de 2009

A ACP e o Brasil - Parte III

Em 2006 a configuração das provas mudou um pouco no RS. Caxias não organizou nenhum evento, mas em contrapartida nós aqui de Lajeado topamos o desafio de organizar um 200.

Lajeado teve seu 200 vinculado a Sociedade Audax, pois o Pedalajeado ainda não existia formalmente. Não me recordo se SCS já utilizou o código ACP do Santa Ciclismo ou se isso só aconteceu em 2007.

Os valores que nos propuseram pelas homologações, R$ 4,50 por ciclista por prova, apesar de ainda estarem fora da realidade, se aproximavam mais da nossa real capacidade de pagamento. Sob essas condições, SCS e Lajeado homologaram suas provas, Porto Alegre, mais uma vez, não homologou seus eventos. Sob qualquer ponto de vista, Lajeado e SCS, cada uma organizando um 200km, eram meros satélites do que acontecia em Poa, que organizou 9 provas, por isso as homologações dessas provas não tiveram um impacto muito grande nas estatísticas da ACP sobre o Brasil.

Como exposto acima, Lajeado organizou o seu primeiro 200 em 2006 e a impressão que tive foi que as cobranças à cerca de tudo que envolvia a prova vieram só do Faccin e do Lucca, pois os únicos contatos que tive com o representante da ACP no Brasil foi solicitar a autorização para a prova, isso ainda em 2005, e o pagamento das homologações. O espírito crítico dos organizadores mais experientes foram o nosso guia na organização da prova, pois o que existia sobre como organizar um evento desse porte era muito precário.

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