sábado, 1 de setembro de 2007

Relato PBP - Richard Dunner

Relatório Paris-Brest-Paris 2007 (de um marinheiro de primeira viagem)


Depois do Audax600 em Campinas comecei os meus preparativos para PBP2007. Primeiro checar o material, depois ler relatorios, dar uma olhada na meteorología, fazer um plano de prova com uma planilha excel, etc. Acho que fui o campeão de planejamento.

O que eu mais questionava e me intimidava eram o tempo e a minha bunda. Assim, comecei a acompanhar regularmente a meteorología da região da prova e cheguei a conclusão que tinhamos que contar com chuva e vento e temperaturas entre 12º e 25º Celsius. A parte da bunda parecia resolvida com o meu bom companheiro Brooks Swift e 3 bermudas Assos F Uno bem cheias de chamois.

Chegando em Paris acompanhei o drama do Cezar. A reclinada dele somente foi entregue no sábado 18 de agosto à noite, com a vistoria agendada o dia 19 à tarde. Ajudei a montar a reclinada o sábado à noite e me envolvi tanto, que acho que fiquei mais nervoso do que o Cezar.

Tinha pedido umas rodas clincher novas na Alemanha para minha bicicleta, que não chegaram a tempo e como tinha trazido por precaução as minhas rodas tubulares, decidi fazer a prova de tubular como já tinha feito no Brasil. Como furou o meu tubular traseiro 25 mm dias antes da prova, coloquei um tubular novo de 22 mm e concertei o de 25 mm. Quando tudo parecia em ordem com o 25 mm, o coloquei outra vez na roda traseira, somente para descobrir que estava murchando outra vez. Isto aconteceu 5 horas antes da prova. Assim, recoloquei o tubular 22 mm umas 4 horas antes da largada.

Pela meteorologia já sabiamos que ia chover no dia 20, o dia da largada, mas que nos dias subseqüentes o tempo ia melhorar. Portanto não fiquei surpreso com a chuva na primeira noite.

Chegando na largada por volta das 17:30 entrei em uma fila de espera enorme, onde todos os participantes do grupo de 90 horas esperavam a vistoria das bicicletas e a divisão dos participantes em grupos de largada. Pouco depois da minha chegada apareceram Guilherme e Adriana que me acompanharam na espera. Acabamos esperando no agrupamento até a largada no segundo grupo as 21:50. A historia de ir jantar, nem pensar. O ambiente não era tenso, mas devido ao mau tempo tampouco era alegre.

Decidimos tentar fazer a prova juntos (Guilherme, Adriana e eu) e largamos otimistas, mantendo um bom ritmo. Ficamos juntos alguns kms até que começou a chover forte e Adriana decidiu parar para se proteger melhor contra a chuva. Esperei e continuamos juntos. Ai, depois de alguns kms em um bom ritmo, houve um acidente em uma subida onde um ciclista caiu atrás de mim. Imediatamente outros ciclistas pararam para ajudá-lo. Fiquei olhando para trás chamando o Guilherme, mas não os via nem ouvia. Assim, segui em frente em um ritmo um pouco mais lento, pensando que iriam me alcançar. Pois é, não sabia que só iría voltar a vê-los muito mais tarde.

Tentando acompanhar um grupo de ciclistas em alta velocidade, após mais ou menos 50 kms identifiquei o Cezar, na beira da estrada na escuridão parado. Parecia estar descansando. Só percebi quando já tinha passado. Ainda gritei “Cezar vamos”.

Interessantemente apesar da chuva e dos meus pés completamente molhados, não estava sentindo frio. Depois de uns 70 kms entrando em um vilarejo, de repente me encontrei na frente de uma padaria que distribuía água, pão, bolo e café, tudo de graça. Um jovem até me ajudou a encher as minhas caramanholas. Passei o restante da distância até Montagne au Perche, 140 km, pulando de grupo em grupo de ciclistas acompanhando sempre o ritmo que as minhas pernas me indicavam.

Chegando em Montagne au Perche descobri que o primeiro PC era Villaines-la Juhel após 222 km, e que era melhor continuar o mais rápido possível. Fui a caminho, e ai São Pedro mandou um dilúvio. Quase não conseguia enxergar nada e parecia estar parado em um rio de água se movimentando por toda a estrada. Para minha surpresa, apesar de molhado, continuava sem frio. Consegui manter a minha pedalada e fui me movimentando em direção de Villaines-la-Juhel. Mas aí, comecei a sentir que o meu tubular traseiro, recém colado, estava se movimentando. A cada volta dava um pancada, quando a válvula passava pelo chão. Me perguntei se iria aguentar, mas decidi continuar.

Cheguei em Villaines-la-Juhel já de dia, com um bom tempo. Não tinha notícias de ninguém, mas descobri o Denis entre a multidão. Fui ao PC para me registrar e voltei para o carro de apoio para trocar a roupa e me abastecer. Acabei trocando o tubular na esperança de melhorar a minha situação. Depois parti para o próximo PC Fougeres. Só que o tubular traseiro continuava me atrapalhando e, achando uma janela de tempo sem chuva, decidi trocar novamente o tubular embaixo de um telhado, perdendo mais 45 minutos. Continuei andando e entrei na chuva de novo, vendo o meu novo tubular se inclinando de lado, mas mantendo a posicão. Sem opção, continuei ate o próximo PC.

Cheguei bem em Fougeres, e, sem perder muito tempo, continuei para Tinténiac a etapa mais curta da prova com 54,5 kms. No caminho tentei ligar para Denis e avisei que ia precisar trocar a roda traseira. A Costa, que tinha desistido, me ofereceu a dele e eu aceitei, mas como estavam querendo me esperar em Loudeac já estavam mais adiantados, e demoraram quase uma hora para voltar a Tinténiac e trazer a roda. Cheguei a pensar em comprar uma roda na oficina do PC, mas avisei ao mecânico que pesava mais de 80 kgs, e ele não quis dar garantia. Quando chegou a roda de A Costa, troquei os cassetes, já que uso câmbio de 9 marchas.

Assim, fui embora para o PC de Loudeac com atraso, mas com bom material e cheguei no PC por volta das 2:00 da manhã com o PC encerrando as 4:45. A Costa tinha me dito que em Loudeac Adriano Formiga tinha reservado um quarto para 3 pessoas dormirem e me passou a senha. Achei a pensão mas não consegui entrar, porque não só precisava de senha, mas também de chave. Perdi uma hora na tentativa. Acabei voltando para o PC, tomei banho, e dormi no chão no meu lençol de alumínio por 2 horas e meia. Moral da historia: “Não busque! Durma!

Levantei às 6 horas, uma hora e meia depois do encerramento do PC, e fui como um foguete para Carhaix-Plouger, onde cheguei uns 20 minutos antes do encerramento do PC.

Não achando o meu apoio em Carhaix-Plouger, continuei depois de me abastecer para Brest. O tempo melhorou, até apareceu o sol e o meu espírito em geral melhorou. Acompanhei vários grupos de ciclistas e acabei chegando junto com um pequeno grupo de franceses e ingleses animados no PC. Brest, mostrou o seu melhor lado: a ponte no sol, a água do mar e o céu bem azul, os barcos branquinhos na bahia e um vento muito forte, que quase me derrubava da bicicleta. Com a metade do percurso feito, me senti muito bem.

No PC em Brest, Denis e A Costa estavam me esperando. Fui me registrar, comer e trocar de roupa, tirei as alforjes e saí cheio de ânimo para Carhaix-Plouger com sol e vento em poupa. Como falei no momento da saída: “agora vamos socar mamona”. Todo mundo deu risada.

A Costa e Denis me informaram que tiveram problemas com o carro de aluguel e por isso não conseguiram me apoiar em Loudeac.

O bom tempo e o vento de cauda me ajudaram bem para chegar sem eventos em Carhaix-Plouger e, depois de uma curta parada, continuar para Loudeac onde cheguei já de noite, outra vez na chuva, com dor nas costas na altura dos rins, que vinha administrando, mas que ia piorando, aos poucos com o acúmulo de chuva e cansaço. Conseguia pedalar bem, mas não conseguia me agachar mais. Tentei me alongar antes de dormir, duas horas quentinho no carro de apoio. Depois de dormir me senti bem melhor e, depois de abastecer, voltei para a estrada antes do PC fechar.

No caminho a Tintentiac, de repente encontrei, no meio do caminho, na beira da estrada, o Luiz Faccin parado. Gritei para ele sem parar a bicicleta: “Vamos Faccin, anda! Não pára!”. Ele me ouviu e me alcançou na próxima subida. Assim, chegamos juntos em Fougéres. Fiquei feliz de achar alguem que conhecia. No PC, sentamos e esperamos o apoio comendo uns bons sanduíches de baguette.

Saímos juntos para Fougeres, mas, no meio da etapa, dei uma parada e Luiz continuou em frente sozinho. Quando cheguei em Fougeres vi Luiz partindo, quando estava sentando para comer uma comida quente. Ai, Denis me informou que o meu pneu traseiro tinha perdido pressão e que tinha colocado outra vez 100 lbs. Sentindo as costas, pedi para colocar um pouco de Arnica em mim para esquentar a parte dos rins, e depois fui embora para Villaines-la-Juhel.

No início da etapa choveu, mas depois, “bem vindo”, parou de chover. Vendo que tinha tempo suficiente para chegar ao próximo PC, acabei seguindo um grupo de dinamarqueses, que estavam andando a 18 km/h. Achei um pouco lento, mas fiquei quieto aproveitando o vácuo do grupo.

Estava tudo indo às mil maravilhas, e achava que finalmente poderia sossegar um pouco. Mas, como se diz, depois da calma vem a tormenta. E ai começou o meu drama. Atravessando um vilarejo, de repente explodiu o meu pneu traseiro. Todo mundo virou a cabeça, parecia alguém atirando com uma pistola. Parei e tirei o pneu do aro e, quando estava vendo o que tinha acontecido, pararam dois motociclistas da organização me perguntando se estava tudo bem. Expliquei o que tinha acontecido, e imediatamente me ajudaram a colocar a nova câmara. Depois enchi o pneu e, parecendo tudo em ordem, voltei ao percurso.

O meu grupo de dinamarqueses tinha ido embora, mas já estava andando outra vez e a minha vida PBP continuava. Andei uns 15 kms e, de repente, outra vez “pffffffffffff”, murchou outra vez a roda traseira. Por sorte aconteceu na frente de um rancho entre Gorron e Ambrieres les Vallees onde achei um telhado, já pensando na próxima chuva.

Como não tinha mais câmara, pedi uma para os ciclistas que estavam passando. Um italiano, boa gente, parou e me deu uma. Verifiquei se não tinha nada afiado dentro do pneu, se o aro estava em ordem e coloquei a câmara nova. Enchi um pouco, verifiquei se estava tudo na posição e pus ar. Coloquei a roda no lugar e sentei. Então ouvi outra vez “pfffffff”. Para o meu desespero parecia ter acabado a minha prova. Na minha aflição, liguei para A Costa, pedindo ajuda. Mas Denis ficou com receio de entrar no percurso com o veículo de apoio registrado. Aí apareceu o dono do rancho, um senhor francês, perguntando se precisava de ajuda. Expliquei o meu problema, e que pensava que estava fora da prova.

Mas então, me lembrei que no livro de contrôle estavam os telefones dos PCs. Liguei para Villaines-la-Juhel e expliquei que precisava de “depannage”, um pneu e uma câmara. Me informaram que viriam imediatamente, mas que iría demorar uns 40 minutos porque era longe. O dono do rancho, muito solícito, explicou para eles através do celular como chegar ao lugar.

Fiquei mais animado, tinha a solução, ia perder tempo, mas tinha como chegar a dentro do horário, no próximo PC. O dono do lugar foi muito bacana, me deixou usar o toilete e me trouxe café e biscoitos em uma bandeja, e ficamos batendo papo até chegar a ajuda.

De repente, parou um furgão na frente do rancho, desceu um senhor da organização com pneu e câmara na mão. Imediatamente, ele e o dono me ajudaram a colocar o material novo na roda, encher o pneu, e até me empurraram para me lançar outra vez no percurso. Perguntei quanto devia, e me responderam que falasse com a oficina no próximo PC. Saí do rancho as 20:30 com tempo de sobra para chegar em Villaines-la-Juhel.

Os primeiros 10 kms, pedalei como se tivesse o diabo na cauda. Não me perguntem porque, porque nem eu saberia dizer. Acho que estava feliz de estar pedalando outra vez.

Depois das 21:00, começou a escurecer e voltou a chover aos mares. Já estava perto do PC, mas os últimos kms eram quase só de subida. O pior foi, que vi uma placa mostrando Villaines-la-Juhel a 12 kms, enquanto pelo meu odómetro, que tinha funcionado perfeitamente, faltavam 25 kms para chegar. Aí, percebi que nos mandaram por um vale lateral para fazer quilometragem. Fiquei bravo, estava cansado, cheio de raiva e comecei a papar as subidas girando a “mil” por hora. Estava me sentindo bem soltando a raiva. Ao mesmo tempo xingava em cima da bicicleta e o celular que levava junto estava apitando que a bateria estava baixa à cada X segundos. Vendo a cena surrealista, qualquer um por volta provavelmente pensou que eu estava pirando.

Cheguei em Villaines-la-Juhel às 22:30, uma hora antes do encerramento do PC. O Denis já estava me esperando no contôle. Cheguei completamente ensopado, molhado dos pés a cabeça, mas sem sentir frio. Minhas costas estavam doendo, e estava completamente travado. O plano era dormir uma meia hora e continuar. Me deitei no chão entre outros corpos e mesas e dormi. Aí, acordei e vi A Costa junto com alguém da enfermaria indicando na minha direção. Me pediram para ir para a enfermaria e passando na frente de um espelho, percebi que estava completamente inchado embaixo dos olhos. Entrei na enfermaria, me pediram para tirar a camisa para fazer uma massagem, e me deitei de bruços em cima de uma prancha. Aí, o enfermeiro me fez uma massagem nas costas, e destravou tudo. Coloquei roupa seca de novo e me perguntaram como me sentia. Falei que dava para andar.

Saímos da enfermaria, olhei para o relógio e eram as 24:00. Percebi que teria 5 horas para chegar no próximo PC a 82 kms de distância. Continuava chovendo. Pensa bem!

Fui dormir, fim de prova!

Acordei no dia seguinte no dormitorio do PC no meio de mais 4 canadenses que estavam alojados no mesmo hotel em Plaisir. John, Sarah, Trevor e um outro senhor com idade acima dos 60 anos, de quem não lembro o nome, que tinha caído na largada e estava com a mão completamente inchada. Achou que, pela lógica, não tinha quebrado nada, senão a mão não teria aguentado. Tinha feito 1000 kms assim!. Todos loucos ou todos heróis?!

Saí do alojamento e apareceram Guilherme e Adriana desolados, dizendo que Guilherme não tinha conseguido acordar e perderam a hora. Fiquei consolando eles, falei: Vocês são jovens, podem voltar sempre! Eu, eventualmente não; 4 anos é muito tempo, estou com 54 anos.

Assim mesmo, espero voltar daqui à 4 anos, a febre tomou conta.

Foi uma experiência muito boa, e gostaria de agradecer a todos os que me ajudaram durante a prova, tanto os conhecidos, A Costa, Denis, Luiz Faccin entre outros e os desconhecidos. Foi muito bom estar com um grupo de brasileiros, aventureiros e alegres em um país desconhecido.

Parabéns a todos os que tiveram mais fôlego que eu e completaram, e também aos outros que participaram.

Um abraço a todos, bom pedal, e até nossa próxima aventura.

Richard

2 comentários:

1 de set de 2007 17:04:00
circe disse...

Caro Richard vocês são loucos heróis aventureiros, exemplo de vida e perseverança. Parabéns. Comemore. Vibre. Ter cconcluído ou não, não importa, os porquês não importam. Importante é o gosto do champanhe, da pizza, do churrasco e da caipirinha quando apreciados por comemoração. Das sensações do abraço, das lágrimas, dos hurras e das palmas.Viver é celebrar cada vitória, cada realização sucedida, boa ou não. É promover a integração e a harmonia de um tempo e um espaço que nunca mais voltará. Comemore, você merece.

14 de dez de 2010 20:00:00
paulo albuquerque disse...

Senhores fiquei emocionado ao ler os relatos dos senhores no Paris Brest Paris,e ao mesmo tempo surpreso(acho que não é bem está palavra,mas poderia magoar algumas pessoas do grupo).Tudo que fiz na minha vida tinha um planejamento e um propósito.Quando decidi fazer o 1º audáx na minha vida,queria saber como meu corpo e minha mente iriam se comportar nos 200km destes limites.Foi uma superação pessoal sem precedentes,incrível o que conseguimos fazer com um bom treinamento e planejamento e assim fui tomando gosto por este esporte chamado cicloturismo de longa distância e cada dia que passa aprendo mais sua mazelas!Tive muitas lições durante os meus 3000km de audáx e ainda tenho aprendido muito com alguns audaciosos conhecidos a nível Brasil.Todos eles sem exceção com mais de 15.000km de audáx,só para referência.Mais fiquei apreensivo,pois toda organização que participo,só para constar sou atleta de MTB XCO/XCM FECIERJ 50-54 ANOS,existe uma integração mesmo sendo de equipes diferentes,mas tendo os mesmo fins.O que seria?Uma organização presente(FEDERAÇÃO FORTE),que visasse os interesses de nos atletas amadores ou profissionais.Isso é sinequanon!Vejo que no AUDÁX BRASIL,não existe uma liderança nesse sentido,o que acho uma pena e desperdicio de esforços para um mesmo fim.Talvez com uma liderança,pode ser de um grupo de pessoas experientes neste tipo de prova ou um conselho,como queirão determinar,mas só assim acho que o AUDÁX BRASIL terá uma identidade e vai evoluir com uma infra-estrutura adequada.Vejo isso no Rio de janeiro,pois ainda está encaminhando mas criando alicerces para poder ter suas raizes.Vejo que suas federações no AUDÁX BRASIL,não tem nenhuma integração entre si!Acho que uma entidade no Brasil como AUDÁX,terá que quebrar seus paradigmas para poder evoluir,porque senão o ego das pessoas responsáveis podem ser maior do que o próprio fim.Descupem a sinceridade,mas não pude deixar de ver alguns fatos que aconteceram durante o Paris Brest de 2007,pois 2011 podem acontecer de novo e nada foi feito para mudar.Simplismente um bando de 40 ciclistas juntos na largada,sem nenhum planejamento dessa equipe chamada Brasil.Acho o que na verdade todos estão fazendo é competição(isto é o que faço nas provas da FECIERJ MTB XCO/XCM),acho que isso não é o espírito do AUDÁX.Acho que o AUDÁX deveria ser visto como um projeto,que têm suas fases pré determinadas,só assim acho que chegaríamos com um grande nº de randonneur ao mesmo fim.Temos gente competente nesse grupo para fazermos isso,já até perguntei a algumas pessoas sobre isso mas preferiram deixar para lá é cada um por si,o que não concordo.Então é melhor nem sairmos juntos só para dizer que somos um grupo,uma sinergia jogada fora ao meu ver.Bom senhores muitos estão se perguntando quem é esse cara que estar qurendo ensinar a gente o que sabemos fazer bem!(Sou aprendiz de um esporte que cada vez me fascina chamado cicloturismo e em função dele em 2011,abandonarei as provas de MTB XCO/XCM,que sou atualmente vice-campeão carioca de 2010,para poder treinar com mais intensidade e me preparar para fazer o PARIS BREST PARIS de 2011,que talvez nem esteja no Brasil para fazer algumas séries em função do trabalho em Portugal.Sei que é preciso muito mais que preparo físico e psicológico para completar uma prova dessas,mas como é um projeto pessoal meu,vou superá-las se DEUS ,quiser.Acho que só como uma grande união conseguiremos evoluir num plano mais elevado essa organização chamada AUDÁX.
At.
Paulo Albuquerque(Aprendiz).

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